TarzanComics se trata de um blog onde é possível conhecer um pouco mais sobre o Tarzan dos quadrinhos.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Fantasma Páginas Dominicais
Anuário do Fantasma Páginas Dominicais 1980
Desenhos de Sy Barry
Sy Barry foi provavelmente
o maior desenhista do espírito-que-anda.
Durante mais 30 anos desenhou as páginas dominicais
e as tiras diárias do Fantasma. Este trabalho procura
resgatar este material em sua forma original.
Aqui apresento 2 álbuns coloridos.
São os anuários 1980 e 1981.
Cada álbum tem 56 páginas coloridas
e custa R$ 95,00. Quem quiser adquirir
é só entrar em contato via email.
liriocomics@gmail.com
Fantasma Páginas Dominicais Anuário 1980
Fantasma Páginas Dominicais Anuário 1981
sábado, 20 de agosto de 2016
Edições LirioComics - Tarzan Páginas Dominicais Coloridas Russ Manning 1968/1969
Tarzan Páginas Dominicais
Russ Manning
De 1968 a 1979, Russ Manning desenhou as páginas dominicais de
Tarzan para os jornais. Foi, na minha opinião, o melhor trabalho feito
para as páginas dominicais do Homem Macaco. Assim como nas tiras diárias,
Manning resgata nas Sundays o Tarzan dos romances de Edgar Rice Burroughs.
Com novas aventuras, mas tendo como pano de fundo o mundo de ERB.
Esta coleção independente da LirioComics Fanzine, conta com 12 anuários
coloridos, trazendo todas as páginas dominicais desenhadas por aquele
que foi um dos maiores artistas a representar o Senhor das Selvas.
São álbuns no formato 320mm x 220mm.
52 páginas coloridas.
Capa papel 250gramas
Miolo papel offset 120gramas
Anuário 1968
A estréia de Manning nas Páginas Dominicais foi com
uma aventura onde ele leva Tarzan novamente a terra dos homens
formiga. Ali ele conhece o pequenino Joiper, valente guerreiro formiga
que o acompanhará no mundos dos ''gigantes'' durante
várias aventuras.
Neste mesmo álbum, Tarzan reencontra no deserto um
velho inimigo seu, que ele julgava morto. Dagga Rambba foi
criado anos antes por Burne Hogarth.
Anuário 1969
No Anuário de 1969, Manning leva Tarzan de volta a Opar,
em uma emocionante aventura na qual ele procura salvar o
grupo de exploradores brancos do altar do sacrifício da bela
rainha e sacerdotisa La.
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Tarzan e as Jóias de Opar
Tarzan e as Jóias de Opar
Desenhos de Russ Manning
Tarzan é vítima de fraude e fica com as finanças abaladas. Ele, então, volta a Opar com um grupo de guerreiros Waziri, para obter mais ouro. A expedição é seguida por Albert Werper, desertor do exército belga a serviço de Achmet Zek, um mercador de marfim e de escravos. Tarzan e os Waziri, por fim, adentram as cavernas onde o tesouro está guardado sem que La, a Grã-Sacerdotisa de Opar, desconfie de algo.
Alertado por Werper de que o caminho está livre, Achmet Zek incendeia a propriedade de Tarzan e rapta Jane. Mugambi, o bravo Waziri amigo do homem macaco, é o único sobrevivente. Gravemente ferido, ele jura vingar-se de Zek e seu bando.
Um terremoto isola Tarzan e Werper dentro das cavernas, deixando o herói inconsciente. Werper tenta a fuga, porém é capturado pelos oparianos para ser sacrificado.
Tarzan volta a si mas, atacado pela amnésia, retorna ao estado mental de sua juventude, quando vivia como um macaco na tribo de Kerchak..
Nos Quadrinhos
A estreia nos quadrinhos se deu sob a forma de tiras diárias, publicadas nos jornais de 17 de março a 12 de julho de 1930. As ilustrações e o roteiro são de Rex Maxon e R. W. Palmer, respectivamente.[1]
A estreia nos gibis se deu em três partes, entre agosto e outubro de 1966, pela editora Gold Key. Russ Manning ilustrou e Gaylord Du Bois fez o roteiro. A história foi relançada pela Dark Horse Comics em 1999, no formato de graphic novel.[1]
No Brasil, a adaptação foi lançada pela EBAL, na coleção Lança de Prata, no final da década de 1960, com o título de As Joias de Opar. A história foi relançada em 1986, em dois números da revista Tarzan.[3]
Em 1977, a Marvel Comics mostrou sua versão, que teve desenhos de John Buscema e roteiros de Roy Thomas.[1] A EBAL lançou-a no Brasil na série de três números intitulada O Livro da Selva, entre agosto de 1978 e janeiro de 1979.
Tenho este livro a disposição para quem quiser adquiri.
Se trata de um álbum com as 3 historias publicadas separadamente
pela EBAL em PB, agora juntas e coloridas.
178 páginas. Capa dura.
O preço R$ 130,00 mais frete.
contato
liriocomics@gmail.com
Rex Maxon - O primeiro desenhista das páginas dominiais de Tarzan
Rex Maxon foi o primeiro artista a desenhar as páginas
dominicais para os jornais em 1931. Seu trabalho durou
apenas alguns meses e depois foi substitudo por Hal Foster,
que havia produzido as primeiras tiras diárias de Tarzan .
O seu traço era muito simples e os desenhos não agradavam
muito os leitores, mas foram os primeiros e é importante para
os colecionadores e aficcionados os conhecerem.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Tarzan na Selva
Burne Hogarth
Capa dura
Formato 315mm x 240mm
144 páginas
Edição Lirio Comics
Este álbum é a continuação de Tarzan, o Filho das Selvas, que foi publicado pela EBAL nos anos 70. Tarzan na Selva nunca antes foi publicado no Brasil. Quem quiser adquirir o livro pode entrar em contato pelo email liriocomics@gmail.com
sábado, 19 de setembro de 2015
Tarzan de Brocal Remohi
Tarzan por Brocal Remohi
Brocal começa a sua carreira profissional com a idade de 18 anos, desenhando Orjitas y Conchi e Los Cuentos de Triblin para o periódico Peques. Contribuiu, também, para colecções como Lirio (Editorial Maga) e Lili (Editorial Ferma), antes de juntar-se ao argumentista Arizmendi para fazer adaptações em quadrinhos de clássicos de Jules Verne, como Da Terra à Lua para a editora Valenciana. Em 1960, cria o seu primeiro herói de fantasia heróica, Katan. Segue-se Ogan, criado com o argumentista Mariano Hispanio, em 1966. A partir de então, Brocal dificilmente deixará a chamada heroic-fantasy. No início dos anos 1970, cria Kronan, uma série publicada na revista Trinca, realizando, também, histórias para as revistas de terror James Warren dos EUA. Brocal cria muitas histórias para as revistas Creepy e Eerie até 1976, assim como a série The Mummy Walks.Em 1974, cria um outro herói bárbaro, chamado de Arcane, juntamente com Victor Mora para a revista francesa Pilote. Dois anos depois, Brocal e o escritor Claude Moliterni criam outro personagem bárbaro chamado de Taar, publicado pela Dargaud, na França. Para a mesma editora, desenha capas de livros como Gandhi e Lawrence da Arábia.Em 1978, faz uma adaptação em quadrinhos de O Último dos Moicanos, que é publicado por várias editoras europeias. Ilustra histórias O Santo para o mercado sueco. Brocal continua a desenhar os álbuns daTaar para a Dargaud até 1988, deixando a editora por incompatibilidades com a nova estratégia da empresa.
Em Tarzan, que Brocal produziu para a Atlantic da Suécia, foi realizado um belo trabalho sendo publicados 4 álbuns que apareceram em diversos países da Europa no final da década de 70 e começo de 80. Aqui no Brasil
a EBAL publicou apenas um livro; O MASSACRE DOS INOCENTES.
Brocal começa a sua carreira profissional com a idade de 18 anos, desenhando Orjitas y Conchi e Los Cuentos de Triblin para o periódico Peques. Contribuiu, também, para colecções como Lirio (Editorial Maga) e Lili (Editorial Ferma), antes de juntar-se ao argumentista Arizmendi para fazer adaptações em quadrinhos de clássicos de Jules Verne, como Da Terra à Lua para a editora Valenciana. Em 1960, cria o seu primeiro herói de fantasia heróica, Katan. Segue-se Ogan, criado com o argumentista Mariano Hispanio, em 1966. A partir de então, Brocal dificilmente deixará a chamada heroic-fantasy. No início dos anos 1970, cria Kronan, uma série publicada na revista Trinca, realizando, também, histórias para as revistas de terror James Warren dos EUA. Brocal cria muitas histórias para as revistas Creepy e Eerie até 1976, assim como a série The Mummy Walks.Em 1974, cria um outro herói bárbaro, chamado de Arcane, juntamente com Victor Mora para a revista francesa Pilote. Dois anos depois, Brocal e o escritor Claude Moliterni criam outro personagem bárbaro chamado de Taar, publicado pela Dargaud, na França. Para a mesma editora, desenha capas de livros como Gandhi e Lawrence da Arábia.Em 1978, faz uma adaptação em quadrinhos de O Último dos Moicanos, que é publicado por várias editoras europeias. Ilustra histórias O Santo para o mercado sueco. Brocal continua a desenhar os álbuns daTaar para a Dargaud até 1988, deixando a editora por incompatibilidades com a nova estratégia da empresa.
Em Tarzan, que Brocal produziu para a Atlantic da Suécia, foi realizado um belo trabalho sendo publicados 4 álbuns que apareceram em diversos países da Europa no final da década de 70 e começo de 80. Aqui no Brasil
a EBAL publicou apenas um livro; O MASSACRE DOS INOCENTES.
Para que os aficionados pela personagem possam finalmente ter em mãos os 3 álbuns restantes da coleção, a LirioComics Fanzine está publicando agora estes volumes.
Pra quem tiver interesse em adquirir este álbuns,
basta entrar em contato pelo email:
liriocomics@gmail.com
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